"autopermissão para fluxo de consciência"...
a máscara pegada a cara. versos. e o sol lá fora, enquanto deveria estar dentro, o sol. sobre todas as coisas que o homem criou para se considerar eterno enquanto os cientistas, depois dos vampiros, procuram a fórmula da vida eterna. uma máscara bem gigante, põe o livro na frente que assim ajuda bastante. hoje deixa o sol ferver teus miolos, que talvez eles trabalhem mais e te façam ver pelos furos da máscara que o mundo tá tão cheio, menino, tá tão cheio de coisas e de pregos que fundamentam mais essa coisa ue se apegou mascaradamente à cara. o pior cego é aquele que não quer ver. fura os olhos da máscara e feito Édipo, sai, pra não ver mais, porque esse é o pior castigo. o olho Dele que tudo vê, narrador onisciente, mas tão pouco onipresente. opa, opa, opa, espera aí, o que estou dizendo? sol lá fora, a vida é agora, a vida é já, e se não sabe tu disso, ó menino, os milionários autores de auto-ajuda largamente te dirão.pessoa falou, pessoa avisou. sentado na sua pedra-de-sábio, com os marulhos do mar melancólico português- mar imaginário visto da janela de escritório - visionário, ele, logo ele, quis tirar a máscara. mas estava pegada a cara.
sábado de sol..............................sol, sol, sol. mar, mar, mar.lua, lua, lua. as coisas boas tem três letras?
3 comentários:
Sure a nice blog...
Realmente, faz sentido que seja por cauda do desvio.
Talvez a única coisa que não depende do sentir
texto irretocável..
Nem sempre, as vezes tem quatro
MARI
é um prazer inenarrável ler seus textos
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